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Mostrando postagens de Abril 20, 2008

Insensatez...

Ah, insensatez que você fez Coração mais sem cuidado Fez chorar de dor o seu amor Um amor tão delicado Ah, por que você foi fraco assim Assim tão desalmado Ah, meu coração, quem nunca amou Não merece ser amado
Vai, meu coração, ouve a razão Usa só sinceridade Quem semeia vento, diz a razão Colhe sempre tempestade Vai, meu coração, pede perdão Perdão apaixonado Vai, porque quem não pede perdão Não é nunca perdoado
Vinícius de Moraes e Tom Jobim


Nossa!! Eu estou romantica mesmo né?! rs Pois é, acho que todos buscamos alguém para amar. E o meu coração anseia por esse momento...

Agora esse soneto vai para o meu amado!!



Se você quer ser meu namorado Ah, que lindo namorado Você poderia ser Se quiser ser somente meu Exatamente essa coisinha Essa coisa toda minha Que ninguém mais pode ser

Você tem que me fazer um juramento De só ter um pensamento Ser só meu até morrer E também de não perder esse jeitinho De falar devagarinho Essas histórias de você E de repente me fazer muito carinho E chorar bem de mansinho Sem ninguém saber p…

Meu Silêncio...

Largo em sentir, em respirar sucinto, Peno, e calo, tão fino, e tão atento, Que fazendo disfarce do tormento, Mostro que o não padeço, e sei que o sinto.

O mal, que fora encubro, ou que desminto, Dentro no coração é que o sustento: Com que, para penar é sentimento, Para não se entender, é labirinto.

Ninguém sufoca a voz nos seus retiros; Da tempestade é o estrondo efeito: Lá tem ecos a terra, o mar suspiros.

Mas oh do meu segredo alto conceito! Pois não chegam a vir à boca os tiros Dos combates que vão dentro no peito.
Gregório de Matos







Boa Tarde meu querido amigo (a)!
Achei lindo esse soneto, me identifiquei muito com ele. Ele expressa muito bem o que acontece quando me pego em silêncio. Somente pensando, e sonhando calada, traçando dentro de mim metas e objetivos. Sonhos e desejos... muitas vezes tristezas e frustações que pesam e modificam a feição que costumeiramente expressa a alegria e esperança de viver.
"Pois não chegam a vir à boca os tiros Dos combates que vão dentro no peito."